Mapeamento de Risco

Trata-se de um diagnóstico da situação dos recursos bioculturais de uma determinada área protegida, como forma de avaliar e hierarquizar todos os possíveis níveis dos impactos, internos ou externos; humanos, naturais ou mistos. O mapeamento de risco, aliado à metodologia cartográfica de estudo prévio sobre as áreas vulneráveis possibilita elaborar um sistema de segurança ou plano geral de proteção.

Neste sentido, é necessário identificar e valorizar os diferentes aspectos naturais, tais como grupos de animais, vegetais, valores históricos, arqueológicos e culturais presentes na região, que são em geral vulneráveis, representativos e únicos, os quais podem estar em situação de risco. Por meio do mapeamento de risco espera-se reduzir os danos ambientais, humanos e materiais, além dos prejuízos sociais e econômicos gerados a área. O maior propósito é formar uma consciência mínima de prevenção, oferecendo subsídios para a futura elaboração de planos de manejo e planos operativos, para melhorar a gestão de áreas protegidas e aumentar a efetiva proteção ambiental. Uma área de proteção ambiental efetiva reduz o nível de risco e conflitos assegurando a qualidade de vida das populações indígenas. Somado a um trabalho que de forma direta irá proporcionar oportunidades de educação e participação no combate à devastação dos recursos bioculturais.



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