DÚVIDAS FREQUENTES

 

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O que é um GP ?
Os Guardaparques são peças elementais nas Áreas Protegidas, são a pedra angular (R.Smith, 1998). o desenvolvidas.
Guarda-parque é uma pessoa especialmente capacitada para desenvolver a proteção integral dos valores naturais e culturais dentro das áreas protegidas constituídas legalmente, participando de todas as atividades que ali sã
O eixo da idéia de treinamento de guardaparques obedece à necessidade de gerar capacidade local e regional para impulsionar e efetivar a proteção das áreas protegidas públicas e privadas, fortalecendo a gestão integral e a continuidade dos objetivos de conservação.
O GP desenvolve atividades de proteção e monitoramento ambiental?
Ele tem como função principal a de proteger, monitorar e detectar atividades ilegais para desta forma informar e ativar as autoridades competentes. O guarda-parque também orienta, sensibiliza e participa do processo de educação ambiental das comunidades do entorno na medida em que desenvolve e participa de atividades de monitoramento e investigação. O guarda-parque é um profissional exclusivo das Áreas Naturais Protegidas e tem atribuições especificas, funções e responsabilidades.
Como um guardaparque age?
  • Ele promove o desenvolvimento sustentável e o uso consciente dos recursos naturais;
  • Atua como mediador de conflitos;
  • Protege e valoriza os sítios históricos e culturais;
  • Desenvolve a interpretação ambiental, realizando atividades de manutenção e segurança dos valores patrimoniais, trabalhando com e para a comunidade do entorno.
Quem é o de guardaparque?

Segundo a Federação Internacional de Guardaparques (FIG) o guarda-parque é “a pessoa envolvida nas práticas de preservação e proteção de todos os aspectos das áreas selvagens, históricas ou sítios culturais. Os Guardaparques incentivam atividades recreativas de interpretação de sítios, enquanto promovem relações entre as comunidades locais, as Áreas Protegidas e a administração da área”.
Segundo o Serviço de Parques Nacionais de Costa Rica ele é “o funcionário encarregado pela proteção e segurança dos recursos de uma Área Protegida em concordância com a legislação vigente".
Um esclarecimento: o Guardaparque, diferente de outros profissionais, não é um fiscal ambiental, nem tampouco um militar.  Ele geralmente é um civil interessado em contribuir com a conservação e proteção dos valores etnoambientais da região onde mora e, para tanto, tem seus estudos direcionados especificamente para as Áreas de Conservação.
O GP, portanto, não se vale das mesmas atribuições regulamentadas pelo poder de polícia que, em termos legais, dá autoridade aos agentes governamentais de realizarem serviços de registro, fiscalização ou expedição de algum ato. Esse profissional não faz uso de qualquer tipo de arma e sua tarefa é a de alertar eventuais irregularidades às autoridades competentes.
 

Como posso ser um guardaparque?

Para ser Guardaparque é necessário vocação. Uma inclinação natural pela natureza e pelos valores culturais, certo conhecimento ambiental, noções claras de sustentabilidade e boa vontade.
O guardaparque deve ter sua profissão e sua missão como filosofia de vida. Trabalhar em prol da conservação dos bens materiais e imateriais deve significar a ele gosto e satisfação.

Porque o nome guardaparque? O que significa?

O nome “guarda-parque” e um das tantas denominações que a profissão e o exercício das funções de proteção recebem dentro das áreas protegidas, sejam elas públicas ou privadas. Dependendo do país, da organização política, cultura ou idioma, eles são chamados de diversas formas, mas o determinante são suas funções desenvolvidas. Conforme o Moderno Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa:

GUARDA: sf (de guardar) 1 Ação ou efeito de guardar. 2 Cuidado, vigilância a respeito de alguém ou de alguma coisa. 3 Abrigo, amparo, benevolência, cuidado, favor, proteção. 4 Sentinela. 5 Corpo de tropa que faz o serviço de vigia, proteção ou policiamento de um quartel, edifício público etc. 6 Os militares que fazem este serviço. 7 Tropa especialmente encarregada de defender o chefe de uma nação. 8 Esgr Posição defensiva. 9 Parte de uma espada, sabre ou punhal que serve de resguardo à mão. 10 Riscos ou letras que acompanham a assinatura ou a rubrica para tornar difícil a imitação. 11 Tip Cada uma das folhas que, dobradas ao meio, constituem asguardas. sm Homem encarregado de guardar ou vigiar alguma coisa, ou certos lugares, monumentos ou estabelecimentos públicos. sf pl 1 Tip As folhas dobradas que se põem no começo e no fim do livro encadernado, unindo a capa ao volume. 2 Peitoris ou anteparos de um e outro lado da ponte. G. ascendente: a que substitui outra em um posto. G. avançada: a) corpo destacado à frente de uma tropa em marcha, para observação, prevenção e segurança da marcha do exército; b) coisa precursora de outra. G. civil: policial fardado que não pertence à força militarizada. G. de fechaduras: roda, restolho e cruzeta no interior da fechadura, onde entra o palhetão da chave. G. de honra: a que faz honras militares a uma personagem, ou acompanha procissões etc. G. descendente: a que cede o serviço de um posto à guarda ascendente. G. de trânsito: policial responsável pelo controle do trânsito. G.-do-cinturão, Entom: coleóptero longicórneo (Trachideres succintus). G. do frontal, Liturg: pano de seda, liso ou bordado, pendente no meio do frontal. G.-do-norte: a Ursa maior e a Ursa menor (constelações). G. municipal: corpo de polícia organizado e mantido pela municipalidade. G. nacional: corpo de infantaria e cavalaria de segunda linha encarregado da conservação da ordem. G. rural: funcionário municipal cuja função é fazer cumprir, nos campos, as posturas municipais. G.-volante: corpo militar que faz guarda, girando em várias direções, sem estacionar. Jovem guarda; velha guarda: as gerações nova e madura. Em guarda: em atitude de defesa.

PARQUE: sm (fr parc) 1 Terreno mais ou menos extenso, com muitas árvores de grande porte, destinado a passeios, exposições, ou ambos ao mesmo tempo. 2 Jardim extenso, particular ou público. 3 Lugar em que se guardam munições de guerra, petrechos de artilharia etc. 4 Reunião de peças de viaturas para transporte de material. P. industrial: conjunto de indústrias de uma cidade, Estado ou país. P. infantil: estabelecimento público para recreio de crianças, provido das respectivas instalações, como balanços, gangorras etc. P. nacional: região natural que o governo de um país coloca sob a proteção do Estado, a fim de conservar flora e fauna, preservando-as contra as devastações feitas pelo homem

Fonte: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index. php?lingua=portugues-portugues&palavra=guarda

 

Qual e diferença entre guardaparque e outros profissionais voluntarios?

O mundo todo reconhece como “guarda-parque” segundo a definição da Federação Internacional de Guardaparques que explica:

Guardaparque é pessoa envolvida nas práticas de preservação e proteção  de todos os aspectos das áreas selvagens, históricas ou sítios culturais. Os Guardaparques promovem oportunidades recreativas e interpretação de sítios, enquanto promovem relações entre as comunidades locais, as Áreas Protegidas e a administração da área.

A possível diferença entre o GP e o agente ambiental voluntário está ligada às diferentes funções que podem desenvolver um e outro, além do sitio de trabalho e a capacitação recebida. Dependendo destas, poderemos ter muita proximidade ou afastamento entre uma figura e outra.
Outra questão importante e que os Agentes Ambientais Voluntários não podem receber compensação econômica por seu trabalho. Entanto, os Guardaparques desenvolvem suas atividades de forma rendada na maioria dos casos, atuando como especialistas. Vivem de sua profissão e para sua profissão.
Mundialmente, o Guardaparque é um profissional que vê na profissão uma fonte de renda. Por outro lado, os Agentes Ambientais Voluntários desempenham outras atividades primordiais vinculadas ou não à sua atuação na conservação ambiental.
Vale esclarecer que os Guardaparques trabalham diretamente em Áreas Protegidas Públicas ou Privadas e, ainda que exista voluntários, esta é geralmente e uma profissão remunerada. O fato de existirem guardaparques voluntários reflete a situação de que alguns estados ainda não regulamentaram a profissão.
Uma contradição: Por resolução legal, os Agentes Ambientais Voluntários não podem se colocar em situação de risco. No entanto, o trabalho dos Guardaparques implica alto risco ao enfrentar diariamente os perigos da natureza e as ameaças dos homens e suas atividades contrárias a conservação. O reconhecimento da profissão, no entanto, poderia garantir a esses profissionais o mínimo de segurança.
Em síntese, tanto os agentes ambientais voluntários como os guardaparques têm o princípio principal de proteger, preservar e conservar os recursos naturais e culturais baseados em uma série de regulamentações estabelecidas por entidades públicas, privadas, órgãos ambientais que lhes amparam no exercício pleno de seus deveres.
E, salvo as diferenças citadas, a figura do Agente Ambiental Voluntário poderia encaixar-se na figura de um Guardaparque Amador Voluntario (com curso básico de Guardaparque), que coopera de forma voluntária na conservação das Áreas Protegidas, seguindo, por outro lado, um prévio acordo legal entre todas as partes.

Já existem outras iniciativas similares no Brasil?

Sim, em muitos estados. A discussão da situação dos Guardaparques e seu treinamento no Brasil não e nada novo.  Uma capacitação completa condizente com as demandas no país pode levar muitos anos.
A presença de Guardaparques É essencial e indissociável às áreas protegidas. Por própria definição da profissão, ele é “a pessoa envolvida nas práticas de preservação e proteção de todos os aspectos das áreas selvagens, históricas ou sítios culturais”.
O Brasil tem inúmeros corpos de Guardaparques, apesar de ainda hoje eles não reconhecidos devidamente. Do momento que se criou o primeiro Parque Nacional de forma legal, e uma pessoa contratada pela instituição encarregada de tomar conta da proteção do local, monitorando os fenômenos naturais, pesquisando sobre a historia do local e seus atributos, passando informação para os visitantes, e desenvolvendo a Educação Ambiental já devia ter recebido o status de guardaparque.
Alguns estados brasileiros reconhecem a profissão dentro da legislação estadual e têm Corpos de GPs criados. Outros, inclusive, têm grande participação na articulação de trabalhos e projetos ambientais desenvolvidos na conservação em áreas protegidas. Assim também, alguns parques têm quadros de Guardaparques formados trabalhando de forma profissional (um exemplo é o Parque Estadual do Rio Doce –MG).
As iniciativas nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Rondônia, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo ajudaram no fortalecimento da profissão. Por exemplo, há registros da iniciativa no estado de Minas Gerais que, desde 1992, vêm contribuindo para a conservação das áreas protegidas da região centro-sul do país e formando Guardaparques em todo o Brasil e países da América do Sul. Este curso é oferecido pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF/MG).

O GP já e reconhecido no Brasil?

Apesar da profissão não ser reconhecida em alguns estados, o presidente Luis Inácio Lula da Silva sancionou, no dia 22 de julho de 2008, a lei que cria o Programa Corpo de Guardaparques em território nacional. O programa lançado, inspirado nos resultados obtidos em Minas Gerais e Rio de Janeiro, sugere a formação do Corpo de GPs por membros do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Suas principais atribuições incluem a prevenção, monitoramento e auxílio no combate a incêndios e queimadas, além da garantia de segurança aos freqüentadores das áreas protegidas.   
Esse programa foi criado para auxiliar em atividades de proteção ambiental promovidas pelos órgãos governamentais. Em parte ele segue o exemplo de iniciativas que já haviam demonstrado bastante eficácia em diversos estados da Federação, e em outras partes do mundo, como Argentina, Austrália, México, Espanha, Índia e África do Sul. Outros países como Estados Unidos, Inglaterra, França, Canadá, Rússia, Portugal, China e Cuba exibem uma estrutura de proteção com efetivos corpos de Guardaparques em suas Áreas Protegidas.

Os GPs têm representação?

Nos diferentes países, os guardaparques se organizam em associações, como o objetivo de representar, auxiliar, defender os interesses dos membros, assim como unificar e reivindicar mundialmente a figura do GP.
A grande maioria das associações de guardaparques ao redor do mundo é associada à Federação Internacional de Guardaparques, ou International Ranger Federation (IRF). A IRF é umainstituição sem fins lucrativos, apolítica, areligiosa, de membros escolhidos democraticamente por seus membros associados, que representa e busca o reconhecimento da profissão, a cooperação entre as associações membros a valorização do trabalhador da conservação em campo.
A federação foi fundada em 1992 entre algumas associações de Guardaparques do Hemisfério Norte e, atualmente, é composta por mais de 50 organizações de diferentes países afiliados.  

Qual e a importância dos GPs?

A importância dos Guardaparques dentro das áreas protegidas está determinada pela própria existência, permanência e valor desses territórios. A manutenção de uma unidade de conservação ajuda a garantir a permanência da vida no planeta, e esse resultado está ligado à função que os guardaparques exercem.
Os Guardaparques trabalham na conservação integral dos valores naturais e culturais das áreas protegidas. Parte de sua missão é valorizar e fortalecer a cultura e comunidade local, auxiliar aos visitantes, participar ativamente dos processos de educação ambiental, monitoramento, assim como administração do patrimônio físico presente nas áreas.  
A Equipe de Conservação da Amazônia (ACT Brasil) foi uma das instituições pioneiras no Brasil a desenvolver cursos de treinamento de Guardaparque,  capacitando profissionais para atuarem em uma atividade tão específica e importante como esta.
Para a Equipe de Conservação da Amazônia, o fortalecimento das comunidades tradicionais dentro e no entorno das Áreas Protegidas é uma das principais formas de perpetuar os valores ambientais e culturais.
No Brasil as areas protegidas estão sendo afetadas, dentre outras razões, pelo desmatamento, queimadas, caça, pesca, exploração ilegal da fauna, flora e recursos minerais.
Gerar capacidade nas comunidades locais, favorecendo a autogestão, e possibilitando o manejo sustentável de territórios e recursos, significa em grande parte garantir a conservação do meio ambiente.

Como o GP e formado?

No Brasil, um dos treinamentos de Guardaparques tem sido ultimamente desenvolvido pela ACT Brasil no Amapá, em parceria com importantes instituições Brasileiras como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio),  Universidade Federal do Amapá (Unifap), Instituto Ecológico e de Proteção aos Animais (IEPA), Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Amapá, Instituto Zoobotânico, Corpo de Bombeiros Militar do município de Santana (AP), Ministério Público de Santana (AP), entre muitas outras.
Os cursos são elaborados com base nas necessidades locais, levando em conta conceitos e modelos nacionais e internacionais de capacitação de profissionais na conservação das áreas naturais protegidas. Esses cursos contam com o reconhecimento da Federação Internacional dos Guardaparques (IRF). 
Com uma grade curricular diversificada e devidamente ajustada às condicionantes locais, os alunos têm a oportunidade de entrar em contato com as diferentes disciplinas vitais aplicadas à conservação. Algumas das disciplinas que compõem a grade são: Ecologia e Biologia básica, Biodiversidade, Legislação Ambiental, Combate ao fogo, Primeiros Socorros, Ecoturismo. Os cursos oferecem elementos técnicos e práticos que preparam o para atuarem na proteção efetiva dos valores naturais e culturais.

Em que consiste o curso?

O curso tem uma carga horária de 160 horas/aula com conteúdo pratico e teórico dividido em 10 módulos e diversas disciplinas.
Ajustado para atender a realidade local da região amazônica, o curso apresenta uma estrutura flexível, dinâmica, introdutória, com grande ênfase nas atividades praticas e didáticas. Estas são alternadas nas instruções teóricas em grande proporção, procurando sempre aproximar os participantes da realidade através de simulações de situações corriqueiras no seu cotidiano profissional.
As dinâmicas grupais, a interação entre os alunos, a reflexão, iniciativa individual, e o trabalho em equipe com segurança são características fundamentais deste curso.
Desta forma, os alunos são preparados para enfrentar as situações em campo da melhor forma, conhecendo os caminhos para superar as dificuldades de forma pessoal ou em equipe, utilizando os meios operativos, institucionais, e legais para sua pronta solução.
Nessa ordem, é feita uma série de atividades de campo como: expedições diurnas e noturnas de monitoramento, patrulhas, vigilância de setores, desenho e limpeza de trilhas, assim como manutenção de equipamentos (motores de popa) e atividades de educação ambiental.  Todo o curso é concentrado e realizado em um período de 20 dias, de forma intensiva, de regime internato, o que inclui mais de oito horas de atividades por dia.

De que forma é composto o corpo docente do curso?

O corpo docente esta composto especialmente de forma intercultural (instrutores indígenas e comunidade branca), representando uma visão ambiental ampla, mas sem descuidar da especificidade de cada linha do conhecimento.
Os professores são escolhidos principalmente com base em seu currículo. O curso exige aos profissionais que preparam os guardaparques uma solida formação acadêmica, conhecimento de causa, e grau de afinidade com a proteção dos valores naturais e culturais dentro de uma área protegida. O trabalho dos professores é voluntário.
Eles são selecionados e nominados pelas instituições públicas e privadas parceiras, ou convidados diretamente pelos organizadores para dar sua contribuição solidária no curso, em função de suas qualidades e requerimentos específicos da instrução.

Quem são os instrutores?

O quadro geralmente está composto por doutores, mestres, especialistas, acadêmicos e técnicos das diferentes disciplinas, representando a Universidade Federal do Amapá, IBAMA, ICMBio, SEMA, IEPA e Ministério Publico do Amapá.  Assim também participam ativamente ambientalistas, indígenas, policias, militares, bombeiros e voluntários da comunidade civil.
Todos estes colaboradores trabalhando de forma integrada e harmoniosa conformam uma sólida equipe de trabalho, interdisciplinar e intercultural, provendo as condições necessárias e tornando possível o sucesso do curso.

Quem são os alunos?

São pessoas expressamente indicadas pelas instituições públicas ou privadas parceiras dos promotores do curso, ou pessoas selecionadas pelas comunidades locais vizinhas das Áreas Protegidas em função de sua vocação ambiental e grau de interesse pela profissão.
Muitos dos participantes já trabalham nas Áreas Protegidas e procuram o aperfeiçoamento ou reconhecimento de suas capacidades. No entanto, é muito comum que a população mais carente encontre nesses cursos uma forma de se habilitar profissionalmente na esperança de garantir uma função que lhe gere renda o suficiente para gerir e manter seu núcleo familiar e sua permanência no local, sem buscar alternativas como a migração para os grandes centros comerciais do país.

Para quem é o curso?

O curso é voltado para todas aquelas pessoas que sentem profundamente a causa ambiental, que conhecem e amam a profissão de Guardaparque e reconhecem seu importante trabalho nas áreas protegidas.
O curso pretende incorporar pessoas com conhecimento técnico profissional na área da conservação ambiental, mas também pessoas com conhecimento de causa, reconhecendo o saber empírico, valorizando e validando o conhecimento tradicional.
Desta forma, o curso persegue um fim altamente ambiental e social, preparando pessoas das comunidades locais, promovendo a conservação da natureza e gerando renda e condições de sobrevivência às comunidades mais carentes.